Uma situação assustadora e macabra ocorreu nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, em um cemitério do município de Tuparendi, região Noroeste do Rio Grande do Sul.
No local foi encontrada uma cabeça de suíno com elementos de feitiçaria ou magia das trevas.
De acordo com o repórter Edgar Schmidt, que foi até o local, a cabeça do animal começava a entrar em estado putrefação, atraindo, por meio do mau cheiro, animais que se alimentam de carniça.
Conforme as imagens publicadas nas redes sociais, na cabeça estavam pregos fincados transpassando as laterais da boca, lâmina de barbear parcialmente cravada na pele, pimenta dedo de moça, velas vermelhas, copos com cachaça ou champanhe e um prato com farofa.
Ainda conforme Edgar Schmidt, muitas pessoas demonstraram indignação com o ocorrido, considerando desrespeito a um local tido como sagrado.
Sim! O cemitério é um solo sagrado e, em algumas religiões, é chamado de “Canto Santo” e, portanto, não é um local permitido para que haja profanações. Até mesmo rituais desta natureza são reprovados por alguns religiosos de matriz africana, porém, existem aqueles que estão abaixo da linha das trevas, os “inferiores”, cujo propósito é a destruição absoluta no mais baixo nível do mal.
A combinação de cabeça de suíno, pimentas, pregos, copos, velas vermelhas, giletes e farofas, quando deixada em um cemitério (geralmente próximo a um cruzeiro ou entrada), é um elemento típico de rituais de feitiçaria pesada ou "trabalhos de destruição".
Esses rituais geralmente visam causar danos severos a uma pessoa específica, como desestabilização emocional, financeira ou de saúde, e têm como foco principal a vingança ou o corte de caminhos e até mesmo avisos para uma futura intenção de consumar a maldade.
Nossa reportagem pesquisou cada item do ritual da magia das trevas.
Cabeça de Suíno (ou porco): esse ingrediente degradante está associado à pessoa que o autor deseja castigar, atingindo a parte das faculdades mentais da vítima, com o objetivo de confundi-la ou destruí-la.
Já as Pimentas são usadas para provocar situação fora de controle, gerar brigas, discórdia, raiva e desespero na vida de alguém.
Os pregos simbolizam sofrimento, emperram a vida da pessoa alvo do ritual, obstruem caminhos, geram fracassos e até mesmo causam dores físicas/mentais. Como os pregos estão atravessados de um lado a outro da cabeça do suíno, simbolizam que o objetivo é "prender" os pensamentos, a vontade ou a vida da pessoa, causando sofrimento, loucura ou paralisação.
As lâminas de aço (barbear) são usadas para simbolizar cortes, separação (de casal, sociedade, família), ou para "cortar" a sorte e a energia da vítima. Tirar a força para a pessoa definhar.
As velas vermelhas são usadas nessa situação do ritual para intensificar a raiva, a força do pedido de destruição e o uso de energias de entidades das trevas inferiores.
Já os copos com líquidos, geralmente bebidas alcoólicas fortes (cachaça/marafo, champanhe, vinho) ou poções, selam o pacto do ritual. A confirmação.
Usar um cemitério como local e oferta das oferendas tem como objetivo maléfico utilizar a energia da morte para encerrar um ciclo ou "matar" a sorte de alguém.
Para quem não despreza o desconhecido e muitas vezes zomba ou faz pouco de um ritual, preste atenção!
Esse tipo de ritual das trevas muitas vezes é confundido ou associado erroneamente a rituais de religiões de matriz africana, embora a maioria dos terreiros sérios de Umbanda e Candomblé não pratique feitiçaria de destruição. A remoção de tal objeto deve ser feita com precaução e, por muitas tradições, não deve ser tocado diretamente com as mãos.
Ritual de magia das trevas – Cabeça de porco com outros elementos de feitiçaria é deixada sobre túmulo no cemitério de Tuparendi.
Uma situação assustadora e macabra ocorreu nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, em um cemitério do município de Tuparendi, região Noroeste do Rio Grande do Sul.
No local foi encontrada uma cabeça de suíno com elementos de feitiçaria ou magia das trevas.
De acordo com o repórter Edgar Schmidt, que foi até o local, a cabeça do animal começava a entrar em estado putrefação, atraindo, por meio do mau cheiro, animais que se alimentam de carniça.
Conforme as imagens publicadas nas redes sociais, na cabeça estavam pregos fincados transpassando as laterais da boca, lâmina de barbear parcialmente cravada na pele, pimenta dedo de moça, velas vermelhas, copos com cachaça ou champanhe e um prato com farofa.
Ainda conforme Edgar Schmidt, muitas pessoas demonstraram indignação com o ocorrido, considerando desrespeito a um local tido como sagrado.
Sim! O cemitério é um solo sagrado e, em algumas religiões, é chamado de “Canto Santo” e, portanto, não é um local permitido para que haja profanações. Até mesmo rituais desta natureza são reprovados por alguns religiosos de matriz africana, porém, existem aqueles que estão abaixo da linha das trevas, os “inferiores”, cujo propósito é a destruição absoluta no mais baixo nível do mal.
A combinação de cabeça de suíno, pimentas, pregos, copos, velas vermelhas, giletes e farofas, quando deixada em um cemitério (geralmente próximo a um cruzeiro ou entrada), é um elemento típico de rituais de feitiçaria pesada ou "trabalhos de destruição".
Esses rituais visam causar danos severos a uma pessoa específica, como desestabilização emocional, financeira ou de saúde, e têm como foco principal a vingança ou o corte de caminhos e até mesmo avisos para uma futura intenção de consumar a maldade.
Nossa reportagem pesquisou cada item do ritual da magia das trevas.
Cabeça de Suíno (ou porco): esse ingrediente degradante está associado à pessoa que o autor deseja castigar, atingindo a parte das faculdades mentais da vítima, com o objetivo de confundi-la ou destruí-la.
Já as Pimentas são usadas para provocar situação fora de controle, gerar brigas, discórdia, raiva e desespero na vida de alguém.
Os pregos: simbolizam sofrimento, emperram a vida da pessoa alvo do ritual, obstruem caminhos, geram fracassos e até mesmo causam dores físicas/mentais. Como os pregos estão atravessados de um lado a outro da boca do suíno, simbolizam o desejo de calar alguém, impedir que uma pessoa fale, denuncie ou espalhe boatos. É um ritual para "amarrar" a língua e as ações de um inimigo.
As lâminas são usadas para simbolizar cortes, separação (de casal, sociedade, família), ou para "cortar" a sorte e a energia da vítima. Tirar a força para a pessoa definhar.
As velas vermelhas são usadas nessa situação do ritual para intensificar a raiva, a força do pedido de destruição e o uso de energias de entidades das trevas inferiores.
Já os copos com líquidos, geralmente bebidas alcoólicas fortes (cachaça/marafo, champanhe, vinho) ou poções, selam o pacto do ritual. A confirmação.
Usar um cemitério como local e oferta das oferendas tem como objetivo maléfico utilizar a energia da morte para encerrar um ciclo ou "matar" a sorte de alguém.
Para quem despreza o desconhecido e muitas vezes zomba ou faz pouco de um ritual, preste atenção!
Esse tipo de ritual das trevas muitas vezes é confundido ou associado erroneamente a rituais de religiões de matriz africana, embora a maioria dos terreiros sérios de Umbanda e Candomblé não pratique feitiçaria de destruição. A remoção de tal objeto deve ser feita com precaução e, por muitas tradições, não deve ser tocado diretamente com as mãos.
Vale salientar que acima de tudo isso está Deus, seu filho Jesus e o Espírito Santo! Amém?
Texto e pesquisa – Silvio Brasil/Lupa Notícias com informações baseadas no vídeo e imagens postadas pelo repórter Edgar Schmidt.